Eu sei que não gostas que te dêem os parabéns, que os teus aniversários acarretam sempre qualquer tipo de tragédia pessoal, que abominas este dia ou, pelo menos, a importância que lhe dão.
Mas eu sou a Sara, sou aquela que te obriga a ultrapassar os teus medos e as tuas opiniões pré-formadas (e erradas) acerca das coisas. Algumas das coisas que não suportas têm um lado bom. Tens é que saber onde é que esse lado está: mais para a esquerda, mais para a direita, mais para trás...
Um dia, disseste-me "Não gosto da forma como a nossa amizade começou. Foi muito rápido. Eu, sem querer, hei de te afastar.". Porém, em conversa, noutro dia referiste "A Sara nunca desiste.". Embora às vezes desista, sei que há coisas pelas quais vale a pena lutar. Logo, a Sara nunca desistirá de ti.
Não sou capaz de escrever (ou pelo menos, não hoje) um texto bonito, um rip-off daquilo que um dia me escreveste. Até podia enumerar tudo aquilo que passei contigo, podíamos tirar fotos e colá-las em álbuns bonitos, com dedicatórias lamechas. Mas "os momentos importantes não são perdidos a tirar fotos, são perdidos a ser vividos".
Logo, este texto poderia ter apenas o valor das fotos: relembrar-te que, um dia, eu fui esta tua amiga. Não é preciso. Porque o momento eu irei viver contigo e não vais precisar de relembrar nada porque eu serei sempre o presente e nunca o passado.
Parabéns: não por estares à 18 anos no mundo mas sim por te aguentares à 1 ano no meu círculo de amigos.
(sim, fui eu que te ensinei o que era RENT; Wicked; desabafar sem ter medo; confiar; Conversations with the Other Women; partilhar; falar quando se quer; lutar pelo sonho; Fiona Apple; e muito, muito, mais...)
(mas sim, foste tu que me mostraste Friends; Singstar; o prazer de cantar; que eu podia errar, que era normal, de vez em quando; que é possível conversar ao telefone 5horas seguidas; A Spoonful of Sugar; The L Word; que até pode ser possível eu, um dia, tocar guitarra; como crescer; e muito, muito, muito, muito, mais...)
(Estamos quase quites. Acho)
Domingo, Agosto 31, 2008
Da tua Glinda...
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Sara
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14:04
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Etiquetas: amizade
Aqui está mais uma
para o clube "Setembro é o novo começo" ou "Setembro - o mês da renovação".
Isto de começar a trabalhar, ter um espaço comercial em meu nome (tal como a água, a luz, etc.), abrir uma conta no banco, tirar um curso de espanhol, entre muitas coisas, fazem-me ver que se avizinha um ano bastante engraçado.
Para mim, o ano novo não começa a 1 de Janeiro mas sim a 1 de Setembro. Sempre foi assim.
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Sara
em
12:02
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Etiquetas: adulta, blogosfera
Isto há gente doidinha
Sou a única a achar um poucochinho incoerente que a idade mínima legal para comprar e consumir bebidas alcoólicas seja 16 anos mas que a idade mínima legal para conduzir seja 18 anos?
"Como é que vamos fazer as leis e tal? Ah, já sei! Jovens: primeiro aprendam a beber e só depois a conduzir! É assim que o país vai para frente!"
Como eu disse: gente doidinha.
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Sara
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11:52
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Etiquetas: Freaky World
Sexta-feira, Agosto 29, 2008
Sabemos que é giro visitar blogs alheios...
... quando também nós começamos a adoptar expressões como o "Deus da Lycra" para nos referirmos ao Nélson Évora.
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Sara
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23:17
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Etiquetas: blogosfera, lily
Sara e a loja francesa (ora descubram lá que loja é)
Entrei eu na Fédération Nationale d'Achats pour Cadres, toda saltitante, preparadinha para ir directa à secção de discos comprar O presente para a minha amiga. Vejam lá se ela não ia adorar.
(Pronto, vocês não a conhecem mas é uma edição toda bonitinha e tal e ela ia gostar.)
Adiante. Chego aos discos: nada! Pensei "Bem, há outras coisas que ela gosta e que eu gostava de oferecer...". E iniciei a minha busca.
1 - Wicked: The Grimmerie. Não havia.
2 - Boneca "Emily" d'A Noiva Cadáver. Não havia.
3 - Poster do Nightmare Before Christmas e da Noiva Cadáver. Não havia.
Sara começa a ficar ligeiramente irritada.
4 - Edição Especial da Banda Sonora do Sweeney Todd. Não havia.
5 - The L Word. Caro até dizer chega (39,95€ COM desconto??)
6 - Sete Palmos de Terra. AINDA MAIS caro (51,95€?? Mas eu ando a roubar carteiras, é?).
Até que chegamos ao número 7. A banda sonora d'A Noiva Cadáver. Quase abracei o senhor que estava atrás de mim, a olhar para os filmes do Kubrick, de tão feliz que fiquei por ter encontrado alguma coisa decente. Estou quase a chegar à caixa quando vejo: a **** da caixa estava rachada!
Sara respira fundo e tenta ser zen quando, no fundo, quer arranjar uma granada e rebentar com a loja toda.
Mais uma voltinha pela loja e comprei-lhe dois presentes (ela lê o blog, não posso dizer quais são os presentes, caros leitores). Não era nada daquilo que eu tinha em mente.
Se ela não gostar, eu juro que me falta o ar.
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Sara
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15:42
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Etiquetas: frustada eu?, frustrada eu?
Quinta-feira, Agosto 28, 2008
Paixões
Passou quase um ano desde isto.
Para quem não sabe, aquilo que eu amava e que me vi obrigada a desistir, se queria evitar ser gato-sapato das pessoas, era um grupo de dança.
Não um grupo de dança qualquer. O grupo de dança a que pertencia a minha professora (quem, apesar de ser a principal responsável pela minha saída voluntária, me ensinou tudo o que sei sobre dança) e ao qual eu aspirara entrar desde os 15 anos. O grupo de dança que eu seguia que nem uma freak. O grupo de dança para o qual fiz uma audição de grupo, que me correu pessimamente mal. O grupo de dança que me deu uma segunda oportunidade e me chamou para uma audição individual. O grupo de dança que, durante (quase) 15 meses, me acolheu, me divertiu, me emocionou, me fez sentir mais viva do que nunca.
Porém, também era o grupo de dança em que alguns membros se recusavam a elogiar o trabalho dos outros. Também era o grupo de dança que me fez sentir pouco confiante. Também era o grupo de dança em que só as opiniões de alguns contavam. Também era o grupo de dança que tentou que eu fosse a boneca de trapos que só dizia que "sim" a tudo e se subjugava a coisas com as quais não concordava.
Ainda assim, era O grupo de dança.
Passou quase um ano desde que o abandonei. Desde aí, não entrei em mais nenhum grupo porque não me sentia preparada: não queria ter que ouvir a minha consciência a fazer comparações; não queria fazer algo que me lembrasse de algumas daquelas pessoas que, prontamente, me pontapearam.
O meu amor à dança foi repentino mas marcou. Em 3 anos descobri algo que é mais do que um passatempo: é algo que me completa, é um fragmento da minha personalidade.
Fiquei 11 meses sem dançar. 11 meses de paragem, depois de 3 anos de treinos intensos, doeram-me como nunca pensei que fosse possível.
Agora, estou pronta. Estou pronta para alargar horizontes, conhecer novas pessoas, aventurar-me de novo. Sei que a altura das comparações acabou, a mágoa passou e ficou apenas uma grande nostalgia.
Sinto um formigueiro a percorrer-me todo o corpo. Sinto as maçãs do rosto corarem e o sorriso a alargar-se. Porquê? Porque sei que vou voltar a dançar (onde, não sei, mas isso agora não interessa nada).
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Sara
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13:06
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Etiquetas: dança, estupidamente feliz
Sábado, Agosto 23, 2008
Temas e Opiniões
Hoje de madrugada estive a ler um tópico num fórum que frequento. Esse tópico tinha um assunto muito... Interessante, digamos. “Casamento Homossexual”.
Ora bem, meus amigos, antes de me lançar ao tema propriamente dito, queria deixar um apontamento. Não sou grande apologista do casamento. Compreendo que possam advir do casamento certos benificios fiscais e sei-lá-mais-o-quê mas eu não considero que o facto de assinar um papel ou enfiar uma coisinha no dedo me faça sentir mais merecedora do meu companheiro.
Com isto, não condeno aqueles que são casados ou pretendem casar. Se acham bem, força com isso! Não vos condeno pois, ao dizer isto, estou a pôr-me no papel de “noiva” e isso não me agrada. Para mim, não passa de uma festa desnecessária e o assinar de um papel. Se eu quiser partilhar a minha vida com outra pessoa, viver debaixo do mesmo tecto e estar unida com ele nos bons e nos maus momentos, recorro à união de facto.
Mas, lá está, as pessoas, quando estão apaixonadas e se amam MESMO, fazem as maiores loucuras. Tendo em conta que eu considero o casamento um bocadinho desnecessário, não invalido que possa também cometer essa loucura. Não se diz “nunca farei...”. Sabe-se lá.
Adiante. Casamento homossexual (entre dois homens ou duas mulheres):
Eu sou a favor.
Porque raio não podem eles ter o mesmo direito que os heterossexuais? O facto de legalizar os casamentos homossexuais não quer dizer que comecem todos a casar em debandanda. Tal como há heterossexuais que abominam a ideia de casamento e outros que veneram essa ideia, também existem homossexuais com as duas opiniões.
Eles querem casar. Que casem! Incomoda-vos, ao vosso mundinho, que duas pessoas sejam felizes? Na ideia de alguns, casar é o caminho para ser feliz com o parceiro – a felicidade deles passa pelo casamento. Qual é o problema deles assinarem o papel, fazerem a festa, terem o anel no dedo e os direitos que os heterossexuais têm?
Se o José quer ter no seu BI “Estado Civil: Casado” e dizer “Eu sou casado com o Miguel” qual é o problema? É prejudicial para a sociedade (como ouvi alguns dizerem)? Causa mortes, doenças ou o fim da população mundial? Causa o aumento do buraco da camada do ozono? Faz o Bush enviar mais militares para o Iraque ou agravar toda a situação Rússia-Geórgia?
Não.
Conheço muita gente que se opõe veemente ao casamento em todas as suas formas (extremistas com os quais também não concordo – nem 8 nem 80) e não é por isso que os vejo a dizer “NINGUÉM SE PODE CASAR PORQUE BLÁ BLÁ BLÁ!”.
Acho vergonhoso, um retrocesso e uma verdadeira barbaridade quando pessoas gritam “A homossexualidade, juntamente com o aborto e a eutanásia, é um flagelo para a sociedade”. Evolução, dizem alguns? A mim parece-me é que estas mentezinhas conservadoras estão permanentemente estagnadas.
Agora, podia desbobinar sobre outros assuntos que se dizem “polémicos” como o aborto, a eutanásia, a religião, a pedofilia, pena de morte e tal mas fica para depois.
(Pronto, vá, eu falo um bocadinho sobre a pedofilia: castrá-los – a sangue frio ou não, ainda não tenho opinião formada acerca desse pormenor – e deixá-los numa solitariazeca, a elouquecer e chafurdar na sua própria demência.)
edit: Eu não estou a dizer que quem casa é estupido ou que casa pelo papel ou pelos benificios ou qualquer coisa do género. Eu estou a dizer que, por enquanto, não me vejo a mim num casamento tão cedo - e com tão cedo, refiro-me a largos anos. Para mim, todo o alarido feito à volta do casamento - civil ou não, pequeno ou não - é desnecessário e exagerado. Mas isso é para mim. Não é por isso que deixo de ir a casamentos ou de congratular as pessoas que se casam. Para vocês, tem sentido; para mim, não. Se são felizes assim, acho muito bem!
É por isso que todos devem ter direitos: eu tenho o direito a casar mas posso não querer "usufruir" desse direito, enquanto há outros que "usufruem".
Resumindo, não tenho nada contra quem casa ou quer casar, como não tenho contra as pessoas que não gostam de cinema, dança ou tudo aquilo que eu gosto. Foi apenas a minha opinião e espero que não venha a ser mal-interpretada.
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Sara
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13:22
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Etiquetas: Freaky World
Quinta-feira, Agosto 21, 2008
"See, I'm a man of simple tastes. I like dynamite...and gunpowder...and gasoline! Do you know what all of these things have in common? They're cheap!"
Estava eu no café, no início desta semana, e ouço uma mulher que podia ser a voz do Gollum.
Hoje, o homem dos alarmes que parou aqui na loja, lambia os lábios e fazia barulhinhos iguais aos do Joker.
Sósias?
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Sara
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17:13
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Etiquetas: Freaky World, sou tão parva que arrepia
Domingo, Agosto 17, 2008
O choque, o horror...
Hoje, enquanto fazia zapping, vi um spot publicitário da SIC que misturava a nova novela-mastiga-e-deita-fora ("Rebelde" (?!)) e a magnífica peça musical composta Clint Mansell para o Requiem for a Dream.
Juro que o meu coração parou durante alguns segundos, enquanto eu tentava assimilar aquela BARBARIDADE.
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Sara
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19:52
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Etiquetas: Freaky World
Sexta-feira, Agosto 15, 2008
Ano Ocupado?
Vou ter um ano ocupadote, vou sim.
Ponto 1: Como já vos disse, aqui a Sarinha não entra na faculdade este ano. E como é necessário alargar horizontes e abraçar novas oportunidades, no próximo ano, além de me candidatar a Portugal, vou também pôr os papéis para Espanha. Sevilla agrada-me muito, muito, e a nota de corte (nota do último colocado) dá-me uma margem muito confortável.
Problema?
Ah pois. O espanhol.
A Sarinha não tem grandes experiências sequer com o portunhol (quem me manda sair pouco do país?) portanto terei que ir tirar um cursito de espanhol. Onde, pergunto eu? No meio de tanta coisa, tanto dinheiro que se vai gastar, tanta coisa, onde é que eu arranjo um centro de espanhol não muito caro e competente? Lá está, arranjo sempre sarna p'ra me coçar.Ponto 2: Acabar de tirar a carta. Faltam-me 20 aulas de código (*sara encolhe-se de vergonha*) e TODAS de condução. Sou capaz de acabar o código daqui a duas semanas mas mesmo assim... Ouch!
Ponto 3: Estudar para os exames nacionais do próximo ano. Recomeçar tudo de novo. Arranjar forças sabe-se lá onde para enfiar a cabeça na Biologia e na Física outra vez. Lembrar-me que eu gosto mesmo daquilo e lembrar-me disso com frequência. Chegar aos exames e ter um notão porque Espanha é o plano B.
Ponto 4: Renovar a inscrição e IR às aulas de natação. O corpo e a mente saudáveis é que é (*sara encolhe a barriga tremenda*).
Ponto 5: Estudar os pormenorzinhos todos da depilação a laser e...
Ponto 6: Começar a trabalhar!
Parece muito? Na volta, até parece mas, para mim, quanto MAIS ocupada, melhor.
(I'm a freak, I know)
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Sara
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Etiquetas: diz que quero medicina
E porquê este post?
*suspiro*
(tra-la-la-you-give-looove-a-bad-name)
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Sara
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Etiquetas: música
Aqui esta a menina
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Sara
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Etiquetas: sou tão parva que arrepia
Quarta-feira, Agosto 13, 2008
Contos para contar
Vim de férias, digo eu.
Vieste de férias? Mas quando foste?, dizem vocês.
Fui no dia 1 e voltei hoje.
Um resumo muito resumido? Prefiro contar episódios.
(e não liguem à euforia - bebi muitas coca-colas nas férias)
Num dos dias, o meu pai comprou marisco congelado para fazer arroz de marisco. Estou eu muito bem com o meu pratinho à frente, a deliciar-me quando noto algo um bocadinho mais duro que o habitual no prato. *suspense* UMA PEDRA! Pois é, eu tinha uma pedra no prato. Guardei-a e hei-de tirar uma foto para vocês verem que não sou exagerada. Não era um bocadinho de areia, era mesmo uma pedra.
Todos os dias em que ia passear para a Marina (ou seja, quase todos) via o MESMÍSSIMO rapaz. Das duas uma: ou ele me perseguia ou o meu inconsciente procurava a sua presença. Engraçado também, o inglesito, porque foi o primeiro rapaz que eu vi com nariz arrebitado. Meninas já tinha visto muitas (eu incluída) mas meninos de nariz arrebitado foi uma estreia.
Ontem a noite foi memorável. A Plug In Band (publicidade gratuita) tocou ainda melhor do que tocara nas outras duas noites em que visitei o pub irlandês. Eles fazem covers de U2, Bon Jovi, The Killers, Queen... Há de tudo um pouco. O vocalista tem uma voz magnífica, o guitarrista toca de forma exemplar (apesar de ser um esqueletinho andante) e o baterista emana MAGNETISMO SEXUAL, além de ser um animal de palco. Pronto, rendi-me, o que é que se há-de fazer? Vou lá voltar, já me obriguei a isso. Dá jeito é acabar de tirar a carta...
Para trás, ficam filmes da treta vistos às tantas, leituras à beira da piscina, sósias do Elvis sem talento nenhum, visitas ao cinema local que nunca passa os filmes que eu quero, taças e taças de gelados, noites de conversa acerca da vida privada dos famosos ("Oh mamã Williams, como é que o papá Ledger conheceu o padrinho Gyllenhaal?" "Hum, filha, era uma noite muito fria e havia uma tenda..."), cantorias na relva e procuras incessantes de uma tal de Beth ou Hot Girl como uma amiga minha lhe chamava (enquanto eu babava pelo sr. Baterista).
Isto só nos últimos 4 dias. Imaginem os outros...
Estou feliz. Muito feliz.
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Sara
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Etiquetas: estupidamente feliz
Sexta-feira, Agosto 01, 2008
Guilty-pleasure
Comédia Romântica. Teen. Banda sonora foleira. Filme encurtado para uma mísera hora e meia.
Cheesy, cheesy, cheesy.
Adoro de qualquer das maneiras.
Escrito por
Sara
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00:33
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Etiquetas: cinema
